Sistema Urubu – conservação da biodiversidade

Período de realização: 04/2014 – “sem previsão de finalização”

Público-alvo e abrangência geográfica: Homens e mulheres de todas as faixas etárias e de todo o Brasil, entre estes: profissionais da saúde; profissionais da área ambiental e turismo, estudantes de diversos níveis; agricultores familiares; policiais do batalhão florestal, montanhistas, pesquisadores e interessados de modo geral.

Principais atividades desenvolvidas:
• Por seu caráter de ciência cidadã, beneficia-se da colaboração de voluntários para coleta de registros e para identificação dos dados recebidos. O sistema conta com dois tipos de voluntários: (i) àqueles responsáveis pelo envio de registros de animais atropelados e infraestruturas viárias ao longo de estradas (pavimentadas ou não) e ferrovias; (ii) cerca de 700 especialistas, cuja função é identificar e caracterizar o registro, tornando-o padronizado e de maior confiabilidade;
• A inserção de registro é feita por meio de um aplicativo do sistema (Urubu Mobile). Após enviados, os dados passam por 4 etapas de avaliação, para assim serem direcionados à um banco de dados que permite reunir, sistematizar e disponibilizar as informações. Uma vez inseridos no banco de dados, estes registros tornam-se disponíveis em um Sistema de Informações Geográficas para posterior visualização dos usuários.

Recursos necessários: A proposta do Sistema Urubu é baseada em uma estrutura centralizada de gestão e análise de dados, que é realizado no Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas, da Universidade Federal de Lavras. Entretanto, manutenção do sistema, assim como o desenvolvimento de novas funcionalidades tem um elevado custo. A infraestrutura básica está baseada em serviços de servidores de dados na nuvem e dois computadores para realizar a gestão dos dados. Entre os materiais necessários estão impressos e contratação de serviços de comunicação.

Contato: Universidade Federal de Lavras | Lavras (MG)
Alex Bager | abager@ecoestradas.org | (35) 3829-1928

*Prática inserida pelo consultor Rafael Jó Girão (não participante do processo de chamada pública)

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