10. Compras/licitações sustentáveis

Os primeiros mecanismos globais para a promoção das compras governamentais sustentáveis vieram com a Força Tarefa de Marrakech, organizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e encerrada oficialmente em 2011. No Brasil, o tema ganhou evidência gradativamente, começando nos estados de São Paulo e de Minas Gerais para depois chegar à cidade de São Paulo e, posteriormente, ao âmbito federal.
Como o governo brasileiro despende anualmente de 15% a 20% do Produto Interno Bruto com a aquisição de bens e contratações de serviços, as compras sustentáveis passaram a ser importante fator para que haja um impulsionamento do desenvolvimento nacional sustentável, bem como um fomento à inovação e disseminação de novas tecnologias.
Para demonstrar seu exemplo de engajamento na causa, em 2011, o Governo Federal adquiriu R$ 14,59 milhões em produtos sustentáveis, o dobro do valor registrado em 2010. Com isso, o enfoque socioambiental nas licitações e aquisição de bens e serviços passa a se tornar legalmente viável e, mais do que isso, necessário para se avançar na construção de uma economia mais verde e inclusiva¹.



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